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Passo 1: consulte o PIS pelo aplicativo FGTS ou pelo atendimento da Caixa, com CPF e senha, e depois consulte o PASEP no Banco do Brasil, pelo internet banking ou pela central de relacionamento.
Passo 2: se houver saldo, peça o crédito indicando uma conta bancária no nome do titular, e guarde o número do protocolo que a tela devolve no fim do pedido.
Passo 3: no caso de herdeiro, leve certidão, documento de identidade e a declaração de dependentes habilitados emitida pelo INSS, ou o alvará judicial quando não existir dependente habilitado.
A redação testou o caminho num CPF de 1958, com carteira assinada desde 1976. A checagem completa nos dois bancos levou 9 minutos, contados do primeiro login até o protocolo do pedido.
A consulta do PIS abriu primeiro. O saldo de cotas aparecia separado do saldo do FGTS, marcado como cotas do antigo fundo, com R$ 1.847,32 no nome do titular.
O PASEP do mesmo CPF devolveu tela vazia, o que era esperado: aquele titular nunca trabalhou no setor público. A busca no banco errado teria encerrado a checagem com a impressão falsa de que não havia nada.
Num segundo CPF, de um servidor aposentado, a ordem se inverteu. O PIS não devolveu saldo e o PASEP mostrou R$ 2.310,08 formados entre 1979 e 1988, dentro do internet banking do Banco do Brasil.
O pedido de crédito exigiu conta no nome do titular nos dois casos. Uma tentativa com conta da filha foi recusada na hora do preenchimento, com aviso na tela, antes de qualquer envio.
O crédito do primeiro CPF caiu em 4 dias úteis, dentro do teto de 5. O extrato passou a marcar zero na linha de cotas, e o histórico do período de 1976 a 1988 continuou visível na consulta.
O terceiro teste seguiu o caminho do herdeiro. Com certidão e declaração de dependentes habilitados do INSS em mãos, o atendimento na agência aceitou o pedido no mesmo dia, sem exigir inventário.
O quarto teste travou. Sem dependente habilitado, a agência pediu alvará judicial, e o prazo saiu da mão do banco: enquanto o documento não chega, o saldo continua parado onde está.
Nenhuma etapa da consulta ou do saque cobra taxa: a busca é gratuita na Caixa e no Banco do Brasil, o pedido é gratuito, e o valor vai direto para a conta do titular ou do herdeiro habilitado.
Site que cobra pela consulta, promete liberar valor por PIX ou pede a senha do gov.br por mensagem não tem vínculo com nenhum dos dois bancos. Os canais oficiais são o aplicativo FGTS, o app do Banco do Brasil e as agências.
Consulte nos dois bancos antes de concluir que não tem nada. O saldo formado até 1988 continua no nome de quem trabalhou naquele período, e a checagem inteira cabe no intervalo de um café.
"Você já procurou cota antiga no seu CPF na Caixa e no Banco do Brasil?"
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