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Passo 1: abra o aplicativo do banco e procure a área de serviços e tarifas, dentro das configurações da conta. Anote o nome do pacote atual, o valor mensal e o dia do débito.
Passo 2: peça a mudança para a cesta de serviços essenciais, gratuita, confirme a troca na tela e salve o número de protocolo com data e hora.
Passo 3: confira o extrato no ciclo seguinte. Se a tarifa voltar, abra chamado na ouvidoria com o protocolo e peça a devolução do que foi cobrado a mais.
O teste da redação começou às 7h10 de uma quarta-feira, no aplicativo de um banco de agência física, numa conta aberta em 2019. Do primeiro toque à confirmação foram 4 minutos, sem ligação e sem ir à agência.
O caminho estava em quatro níveis de menu: perfil, minha conta, serviços e tarifas, pacote contratado. A opção gratuita aparecia por último na lista, abaixo de três pacotes pagos com destaque em cor.
O pacote da conta custava R$ 34,90 por mês. O extrato consolidado do ano anterior mostrou doze cobranças seguidas, R$ 418,80 debitados de uma conta que só usava Pix, cartão de débito e um saque por mês.
A confirmação veio na tela com protocolo, e a tela seguinte ofereceu meia tarifa por três meses pra manter o pacote. Oferta de retenção não substitui a cesta gratuita, e recusar não trava a troca.
A tarifa ainda foi debitada uma vez, no ciclo que já estava aberto quando o pedido entrou. O débito seguinte não veio, e o extrato do mês passou a mostrar a conta sem a linha de serviços.
Com o protocolo e o extrato consolidado em mãos, o pedido de devolução foi aberto na ouvidoria, por escrito, com o valor somado e a data de cada débito anexada.
A resposta chegou em oito dias úteis. O banco estornou as duas cobranças feitas depois de uma atualização cadastral que tinha religado o pacote sem pedido do cliente, e negou o restante.
A reativação silenciosa é a parte que ninguém conta. Atualização cadastral, troca de conta e migração de produto religam o pacote, e o único jeito de descobrir é conferir a linha de tarifas no extrato.
Negativa da ouvidoria não encerra o assunto. O registro no Banco Central e no consumidor.gov.br reabre o caso, e valor cobrado sem contrato ainda pode ser discutido no juizado especial, sem advogado.
Nenhum banco cobra pra fazer a troca, e nenhum atendente pode condicionar a cesta gratuita à contratação de outro produto.
Confira o extrato do mês seguinte à troca antes de considerar o assunto resolvido. Se a linha da tarifa continuar lá, a cobrança da correção começa pelo SAC, com o protocolo em mãos, e sobe pra ouvidoria se ninguém responder.
"Quanto tempo faz que você desceu o extrato até a linha das tarifas?"
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